TikTok viralizou vídeos gerados por inteligência artificial que sexualizam mulheres com síndrome de Down e nanismo. Um levantamento da Fundação Getulio Vargas revelou perfis que produzem e divulgam material alterado para atrair compradores de conteúdo adulto.
O estudo evidencia como tecnologias de IA estão sendo usadas para manipular imagens sensíveis, levantando preocupações sobre ética, consentimento e potencial exploração vulnerável das pessoas retratadas.
As autoridades e plataformas digitais vêm enfrentando dificuldades para coibir esse tipo de prática, que infringe políticas de uso e pode gerar danos sérios a indivíduos retratados e à sociedade.
O TikTok anunciou medidas para reforçar a detecção e bloqueio dessas contas, priorizando conteúdos que promovam política, atualidade, saúde e conselhos financeiros para evitar abusos.
A discussão sobre o uso responsável da IA cresce com casos que expõem limites legais e a necessidade de regulação mais eficaz no ambiente digital.
Veículo: Folha Uol











