Encontro visa apresentar análise do monitoramento realizado nas organizações sociais e organizações da sociedade civil que administram hospitais e Rede Hemo
No encontro, as entidades têm a oportunidade de demonstrar as experiências exitosas implementadas nas unidades de saúde
A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) iniciou nesta segunda-feira (22/06) a série de Encontros de Monitoramento dos Planos de Eficiência Econômica com as Organizações Sociais. O evento, realizado na sede da SES-GO, prossegue até quinta-feira com o objetivo de apresentar a análise do monitoramento realizado pela Pasta nas 11 organizações sociais (OSs) e organizações da sociedade civil (OSCs) que administram os 25 hospitais, as 6 policlínicas de saúde e a Rede de Hemoderivados.
O segundo dia do encontro contou com a presença de representantes do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), responsável pela gestão do Hospital Estadual Geral de Goiânia Alberto Rassi (HGG) e pela Rede de Hemoderivados (Rede Hemo), e da Fundação Universitária Evangélica (Funev), que administra a Policlínica Estadual da Região de São Patrício, em Goianésia, a Policlínica Estadual Ismael Alexandrino Pinto e o Hospital Estadual Dr. Geraldo Landó, ambos em São Luís de Montes Belos, bem como o Hospital Estadual de Anápolis Dr. Henrique Santillo – Heana, em Anápolis. Os componentes das demais organizações vão participar nos encontros a serem realizados nos dias 24 e 25/06.
A SES-GO foi representada pela subsecretária de Políticas e Ações em Saúde, Amanda Limongi; pelo subsecretário de Controle Interno e Compliance, Reneilton Brito de Abreu, e pelo superintendente de Monitoramento dos Contratos de Gestão e Convênios, Wagner Rodrigues. O superintendente informou que a reunião tem o propósito de demonstrar a análise realizada pela SES-GO no primeiro quadrimestre de 2026, referente ao acompanhamento dos planos de eficiência econômica que foram celebrados no exercício de 2025.
O plano de eficiência econômica contempla a avaliação de dois pontos principais. Um deles é a obtenção dos recursos financeiros suficientes para o pagamento das verbas rescisórias dos colaboradores que prestam serviço nas unidades de saúde. “Esse monitoramento é imprescindível para que os colaboradores tenham os direitos garantidos em caso de troca de parceiro privado”, destaca Wagner Rodrigues.
No encontro, os representantes das OSs e OSCs também estão tendo a oportunidade de demonstrar as experiências exitosas implementadas nas unidades de saúde. “As ações que eventualmente uma parceira privada implementou e trouxe eficiência financeira e eficiência na execução dos contratos de gestão são compartilhadas com os representantes das demais entidades
Maria José Silva (texto) e Patrícia Save (foto) / Comunicação Setorial
Veículo: Goiás Gov











