Confusão e invasão na reitoria da USP levantam debate sobre seletividade nas reações políticas e midiáticas
A invasão da reitoria da Universidade de São Paulo (USP), acompanhada de depredação e destruição de patrimônio público, voltou a gerar debate sobre a diferença de tratamento dada a movimentos de esquerda e direita no Brasil.
Mas essa barbárie, essa bagunça, essa violência toda sempre acontece por parte de movimentos da esquerda. Isso acontece ao longo do tempo.
Eles invadiram a reitoria, quebraram portas de vidro, destruíram espaço público. Estamos falando da USP. Quebraram tudo lá. E não vai acontecer nada com eles. A gente sabe que não vai acontecer nada com eles.
Mas, se fosse do outro lado, aí seria tratado como golpe de Estado, violência, extremismo de direita e tudo mais. A imprensa trataria como uma manifestação que não teve nada de pacífica, mas, nesse caso, será apresentada como estudantes querendo seus direitos, lutando pelos seus direitos.
Não. É bagunça. Sempre foi assim.
Basta observar as bandeiras, os gritos de guerra e tudo aquilo que eles defendem. São sempre as mesmas atitudes, as mesmas práticas, os mesmos atos. E, para eles, não acontece nada.
Se fosse a direita, aconteceria tudo.
É essa mesma turma que aparece destruindo tudo nos vídeos que assistimos. É a mesma que emporcalha a USP com cartazes, pichações e mensagens grotescas dentro da universidade, que deveria ser um ambiente sagrado do ensino no Brasil. Estamos falando da melhor universidade do país.
É um ambiente totalmente pichado, carregado de ideologia de esquerda. Tem Che Guevara para todo lado. É horroroso.
E é justamente essa turma que agora está quebrando tudo. E o que vai acontecer com eles? Nada.
São os dois pesos e as duas medidas que existem no Brasil.
Se estivesse todo mundo com camisa do Brasil, sem bandeiras de movimentos de esquerda, defendendo, por exemplo, a realização de cultos nos intervalos, seriam imediatamente chamados de extremistas da direita.
Texto: Fábio Sousa
Foto: Redes Sociais











